Parque do Rio Branco: maior e mais importante complexo turístico de Roraima completa um ano de inauguração

A obra se tornou símbolo de desenvolvimento, proporcionando às famílias qualidade de vida, além de aquecer o setor turístico da região

Por: Marcus Miranda | Foto: Richard Messias

É aniversário do Parque do Rio Branco, o maior e mais importante complexo turístico de Roraima! Exatamente no dia 20 de dezembro do ano passado a obra foi entregue à população e se tornou um símbolo de desenvolvimento, aquecendo principalmente o setor turístico.

O parque conta com amplo espaço de lazer, prática esportiva, área de convivência, bicicletário, espelho d’água, fontes, além de praia urbanizada às margens do rio Branco. De acordo com o prefeito Arthur Henrique, a obra também tem importante papel social e transformou a realidade do antigo Caetano Filho.

“Sabemos que antes, essa era uma região com muitos problemas. Porém, hoje é um dos lugares favoritos da população, por ser agradável, bonito e aconchegante para todas as famílias. O parque se tornou referência nacional quando se fala em pontos turísticos, proporcionando a visibilidade que Boa Vista precisa e merece”, disse.

A servidora pública Marise Dávila afirmou que o Parque é uma boa pedida para aproveitar o dia com quem a gente ama.  “É simplesmente um lugar maravilhoso. É uma ótima opção para curtir com a família, trazer os dogs pra passear e curtir essa vista linda”, contou.

Conheça mais sobre o complexo:

MIRANTE – Por lá se encontra um dos principais símbolos do Parque, o Mirante Edileusa Lóz, que em julho desse ano foi destaque no portal da CNN, ficando no top 10 de mirantes com as vistas mais belas do país.  Com 100 metros de altura é a estrutura mais alta da cidade, proporcionando uma visão panorâmica privilegiada de 360° da capital e do Rio Branco.

A atração já começa no elevador panorâmico, que ao subir, permite ao visitante uma linda vista para o Rio Branco. Lá em cima, há ainda o piso de vidro, que tem capacidade para suportar até 600 kg por m².

A MAIOR SELVINHA – Além disso, o Parque do Rio Branco abriga a maior Selvinha Amazônica de Boa Vista. Em um cenário colorido, lúdico e encantador, com mais de 160 elementos artísticos, entre esculturas de animais típicos da Amazônia, dentre outros atrativos para as crianças. São oito cenários, contando com área seca e molhada.

O parque conta ainda com um espelho d’água em formato de meia lua, calçadões propícios para a prática de caminhada, além de quadras esportivas, ciclovia e lanchonetes.

MURAL ARTÍSTICO – O muro do Parque do Rio Branco é uma verdadeira galeria a céu aberto. O local expõe 34 obras de artistas regionais dentro do tema “Nosso Rio, Nossa História, Nossas Famílias”. O mural também é composto por uma obra gigante do artista reconhecido em todo o mundo, Eduardo Kobra, que retratou as diversas características do povo, da cultura e das belezas de Boa Vista, com o hiper-realismo e os famosos traços coloridos que marcam seus trabalhos.

ACESSO À ORLA – Outra novidade esse ano foi a reinauguração da Orla Taumanan que agora está interligada ao Parque Rio Branco com a nova passarela construída no local. A obra de revitalização e modernização integrou os dois maiores pontos turísticos de Boa Vista, facilitando o lazer e o entretenimento de centenas de pessoas.

Há muito tempo, atrás…

Antes de se tornar o principal cartão-postal de Boa Vista, a região onde se encontra hoje o Parque do Rio Branco abrangia a área de interesse social Caetano Filho, o “Beiral”, um local onde havia condições precárias de moradia e que todos os anos era tomado pela vazante do rio no período chuvoso.

Porém, com trabalho ousado e visão de futuro, a realidade foi completamente modificada, um verdadeiro presente aos boa-vistenses. A primeira medida foi a retirada de mais de 350 famílias da área de risco, mediante pagamento de indenizações, com recursos próprios do município.

Já na segunda, foram iniciados os serviços de terraplanagem e drenagem da área, com elevação da avenida Sebastião Diniz e canalização do igarapé Caxangá. E após essas obras, é que se deu a construção de todo o complexo que existe hoje.  

“Essa era uma região com muitos casos envolvendo drogas, violência, prostituição e também alagamentos. Todas as 350 famílias que ali viviam foram indenizadas de forma justa e transparente, sendo encaminhadas para locais com mais infraestrutura e melhores condições de vida”, disse.

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