Senado debate medidas de proteção para um ambiente escolar mais seguro

MEC participou de audiência sobre proteção nas escolas da Comissão de Segurança Pública da Casa. Governo investirá R$ 3,1 bilhões para a promoção do ambiente escolar mais seguro

Por: MEC | Foto: divulgação


esta quarta-feira (19), o Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), participou de audiência pública da Comissão de Segurança Pública do Senado Federal. O encontro debateu os ataques às escolas no Brasil e teve o objetivo de buscar sugestões legislativas e mudanças na atuação de agentes públicos e privados.  

O MEC foi representado pelo coordenador-geral de Políticas Educacionais para a Juventude da Secadi, Yann Evanovick Furtado, que esclareceu as medidas do governo federal para a promoção da segurança no ambiente escolar, como: a criação do grupo de trabalho interministerial, coordenado pelo Ministério; o investimento de R$ 3,1 bilhões em recursos para estados e municípios promoverem um ambiente escolar mais seguro; além de um conjunto de ações que será desempenhado por meio de políticas integradas de proteção nas escolas. 

Entre outras medidas, nesse pacote de ações está a divulgação da cartilha “Recomendações para Proteção e Segurança no Ambiente Escolar”, direcionada para a comunidade escolar; e o Programa de formação para implementação das recomendações com foco nas secretarias estaduais e municipais, regionais de ensino, gestores escolares, professores, professoras e comunidade escolar, pela plataforma Avamec.  

De acordo com Yann Evanovick, as medidas de curto prazo para a questão da promoção da segurança na escola precisam passar pelo diálogo com a sociedade, bem como destacar o papel que a escola exerce. “A escola não é um espaço de violência, ela é um espaço de fusão do saber. Temos milhares de professores e professoras muito comprometidos, e precisamos destacar o papel desse profissional”, reforçou o coordenador-geral.  

Também participaram da audiência autoridades da segurança pública, educadores, psicólogos e representantes de empresas de comunicação e das redes sociais.   

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