Índice de Confiança do Empresariado de Roraima cresce 17,2% em agosto

Comparação é em relação ao mesmo período no ano passado e o resultado é o melhor desde 2012

Com informações da Fecomércio-RR | Foto: divulgação

Os empresários do comércio de bens, serviços e turismo em Roraima estão mais otimistas com a situação econômica do Estado. É o que mostra a pesquisa do Índice de Confiança do Empresariado do Comércio (Icec), elaborada pela Confederação Nacional do Comércio (CNC).

“Esta foi a sexta elevação seguida na confiança dos empresários roraimenses, sendo o melhor resultado registrado desde novembro de 2012. Os dados da pesquisa da CNC mostram que o índice de confianças cresceu 1,8% em relação ao mês de julho deste ano e 17,2% na comparação com agosto de 2021”, comenta o assessor econômico da Fecomércio/RR, Fábio Martinez.

Dentre os índices que compõem o ICEC que apresentaram o maior crescimento em agosto de 2022, foi o referente as condições atuais da economia, que registrou um aumento de 5,2%. A pesquisa mostrou também que cerca 71% dos empresários estão investindo mais no seu negócio e 85,4% pretendem aumentar o seu quadro de funcionários nos próximos meses.

“O comércio em Roraima está crescendo e já é o segundo maior empregador do Estado, o que representa 83% do total de pessoas ocupadas em Roraima. Vivemos momentos difíceis com a pandemia, mas o empresário em Roraima tem um grande potencial empreendedor e hoje o crescimento do comércio no nosso estado é destaque a nível nacional”, destaca o presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac, Ademir dos Santos.

Moderação do otimismo com o futuro no curto prazo

Em relação às expectativas do empresário do comércio em todo o país, o Icec de agosto apontou que 87,3% dos varejistas esperam que o comércio tenha melhor desempenho nos próximos meses. “Mesmo com a redução das expectativas nas duas últimas pesquisas, a comparação dos meses de agosto nos últimos dez anos mostra que o comerciante está atualmente mais otimista com o futuro no curto prazo do que em anos anteriores”, observa o presidente da CNC, José Roberto Tadros.

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