Prefeito destaca investimentos da prefeitura na Primeira Infância

Para o prefeito, Boa Vista hoje é conhecida como a “Capital da Primeira Infância” graças à política pública desenvolvida desde a gestão da ex-prefeita Teresa Surita

Agosto foi definido pela Prefeitura de Boa Vista como o Mês da Primeira Infância, ocasião em que também foi lançada a campanha “Pacto pela Paternidade Boa”. Esses e outros assuntos foram abordados nesta quarta-feira (25) pelo prefeito Arthur Henrique durante entrevista à Rádio Equatorial (93 FM), onde foram apresentados os investimentos do município na primeira infância.

Um dos principais pontos discutidos na entrevista foi a política pública desenvolvida desde 2013 em Boa Vista que a fizeram ser conhecida como a Capital da Primeira Infância, um trabalho que foi iniciado pela ex-prefeita Teresa Surita e que atualmente segue em execução na gestão de Arthur Henrique. Tanto que o Programa Família Que Acolhe (FQA), principal carro-chefe dessa iniciativa, está em processo de descentralização.

Desde sua criação, em 2013, o programa já atendeu 19.797 famílias (atualmente, são 6.235 cadastros ativos. Com a descentralização, quando o trabalho será estendido aos Centros de Referência em Assistência Social (Cras), o município poderá atender o maior número possível.

Para Arthur, hoje se colhem os frutos que foram plantados há oito anos. E que investir na Primeira Infância é, antes de tudo, resultado de uma vontade política em ver resultados, ainda que a longo prazo, em uma sociedade mais

“Nós entendemos a importância de desenvolvimento da primeira infância e abraçamos a ideia de que em todos os projetos que a gente fizer dentro da prefeitura, a gente precisa olhar primeiro para aquelas famílias que tem criança dentro da primeira infância ou uma mãe gestante. Hoje somos a Capital da Primeira Infância e a 5ª melhor educação do país. E não é à toa. São frutos do trabalho iniciado por Teresa em 2013 e que hoje já começam a ser observados”.

Outros investimentos – O prefeito citou outros exemplos de ações desenvolvidas na capital que compõem a política pública da primeira infância. Atualmente, Boa Vista conta, além do FQA, também com a Universidade do Bebê; os programas Leitura Desde o Berço e Visitação Domiciliar; o Caminhos da Primeira Infância; a Selvinha Amazônica; Abrigos de ônibus temáticos; Spa do Bebê; Playgrounds com piso emborrachado nas escolas e praças, entre outros.

As praças de Boa Vista, por exemplo, passaram a ser construídas adaptadas para as crianças, com playgrounds interativos, construídos com intencionalidade, a fim de incentivar o fortalecimento de vínculos entre pais e filhos. As Selvinhas Amazônicas são outros elementos importantes na formação da criança, que passa a brincar e explorar o ambiente de forma a estimular o cérebro. 

A rede municipal de ensino de Boa Vista tem um currículo escolar direcionado para a primeira infância, com metodologia de ensino criativa, com o uso de equipamentos modernos, eletrônicos, como tablet, robótica, LEGO, além de profissionais capacitados para o cuidado com a primeira infância.

O programa Família Que Acolhe, que se tornou referência para o Brasil e o Mundo, inclusive sendo base de estudos para criação de um programa do Governo Federal (“Criança Feliz”), de incentivo à primeira infância, atende mães e pais em Boa Vista com palestras, encontros, entrega de enxovais e leite. As crianças cadastradas já têm vaga garantida nas creches ProInfância.

Paternidade Boa – Arthur também falou sobre a importância do vínculo afetivo entre pais e filhos, ressaltando o papel não apenas da mãe, como também do pai, nos estímulos dados às crianças como forma de desenvolvimento da criança.

“O papel do pai não é apenas estar presente. Vai muito além disso. É estar ao lado da mãe, contribuir com a educação da criança, orientando e estimulando os filhos, desde o nascimento”, disse.

Além disso, o prefeito – pai de quatro filhas – incentivou os pais a cumprirem seu papel dentro do lar, sendo forte parceiro das mulheres e com maior participação de fato no seio familiar. “É algo simples: a mãe só tem um trabalho a mais, que é amamentar a criança. Todo o restante da criação, o pai tem todas as responsabilidades que uma mãe tem. É preciso participar de todas as etapas da vida dos filhos”.

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